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ceci vieira jurua 12:02 (há 1 minuto) para desenvolvimentistas@googlegroups.com, mim O Estado nacional brasileiro, o Poder Executivo federal, já foi triturado e jogado no lixo, nos governos de FCM, FHC, Lula e Dilma, e Temer/Bolsonaro. Em seu lugar estão as agências reguladoras, o BC independente e o capital estrangeiro, sobretudo o imperialista. Eles governam. Perguntem à ANEL e à ANP qual a opinião que deram, e a diretriz que imprimiram às mais recentes mudanças ocorridas na gestão da PETROBRÁS e da ELETROBRÁS. Com a reforma tributária apresentada por Appy, mais as privatizações de SP, RGS e MG, é provável que dêem sumiço às agências estatais regionais. Nesse momento estará sendo destruída, provavelmente, e totalmente, a República Federativa do Brasil e o território brasileiro estará, ou poderá estar prestes a ser "abocanhado, em suas partes ricas - petróleo e minérios -' pelas forças componentes do Império que detém atualmente o poder mundial. Eles são um "t...

guerra do Paraguei

Entre a aproximação e a quase guerra: a política externa norte-americana no Paraguai (1845-1859) Between approach and the beginning of war: American foreign policy in Paraguay (1845-1859) Johny Santana de Araújo [1] johnysant@gmail.com Universidade Federal do Piauí., Brasil Entre a aproximação e a quase guerra: a política externa norte-americana no Paraguai (1845-1859) História Unisinos, vol. 22, núm. 1, pp. 88-99, 2018 Universidade do Vale do Rio dos Sinos Concedo a Revista História Unisinos o direito de primeira publicação da versão revisada do meu artigo, licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution (que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista). Afirmo ainda que meu artigo não está sendo submetido a outra publicação e não foi publicado na íntegra em outro periódico e assumo total responsabilidade por sua originalidade, podendo incidir sobre mim eventuais encargos decorrentes de reivindicação, por parte de ...

Concentração de renda - noticias DCM

Brasil teve a maior concentração de renda do mundo em 2022 Publicado por Julio Cesar Silva - Atualizado em 17 de setembro de 2023 às 18:41 São Paulo – Mais uma vez, o Brasil ocupa a primeira posição no ranking de concentração de renda e riquezas. De acordo com o relatório Global Wealth Report 2023, lançado recentemente pelo banco suíço UBS, quase metade da riqueza do país (48,4%) está nas mãos de apenas 1% da população. Índia (41%); Estados Unidos (34,3%); China (31,1%); e Alemanha (30%) também estão no topo do lista. O estudo analisou o patrimônio familiar de 5,4 bilhões de pessoas em todo o mundo. A desigualdade caiu levemente em 2022. A participação da riqueza do 1% mais rico recuou de 45,6%, em 2021, para 44,5% no ano passado. O Brasil acompanhou esse movimento, com redução equivalente. Em 2021, o 1% detinha 49,3% da renda nacional. Nesse sentido, o número de milionários em todo o mundo diminuiu 3,5 milhões em 2022, para 59,4 milhões. O Brasil, porém, foi na direção contrária, c...

desafio de Economia Politica

ATENÇÃO AMIGOS . THEOTONIO DOS SANTOS é outro autor cuja releitura nos daria novo ânimo para enfrentar as recentes ameaças, Na obra EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO BRASIL. DA COLÔNIA À CRISE DA NOVA REPÚBLICA,[3] Theotonio afirmava: “A estratégia de crescimento econômico implantada no Brasil depois do golpe de Estado de 1964 se converteu, através das declarações de importantes setores ligados às companhias multinacionais, num modelo de desenvolvimento econômico baseado na “livre empresa”, que deveria ser seguido por todos os países subdesenvolvidos.” (p.191) Ao final desse capitulo, intitulado A CRISE DO “MILAGRE BRASILEIRO” , Theotonio esclareceu: Desde 1974 até o presente estamos vivendo desdobramentos dessa crise. (...) A crise econômica se transformava em crise política, e ambas se desdobram até os nossos dias, através das dificuldades de consolidação da Nova República, que surgiu do bojo desse processo .” (p.219) De fato, muitos de nós já estão convencidos, que o golpe de 2016 ...

artigo de Paulo KLIASS no blog OUTRAS PALAVRAS

PPPs: A armadilha que o governo montou para si Fernando Haddad propõe as parcerias público-privadas como solução à falta de recursos públicos, estrangulados justamente pelo arcabouço fiscal. Tragédia em presídios estaduais mostra como essa peculiar forma de privatização pode ser perigosa OUTRASPALAVRAS MERCADO X DEMOCRACIA por Paulo Kliass Publicado 01/08/2023 às 14:12 - Atualizado 01/08/2023 às 14:18 Foto: Wilson Dias/Agência Brasil As boas notícias no campo da economia na conjuntura mais imediata lançam uma cortina de fumaça sobre as difíceis perspectivas que já estão encomendadas para essa mesma área econômica para o médio e longo prazos. A mais recente lua de mel do financismo com o ministro da Fazenda aponta para quais são as verdadeiras propostas que o comando deste setor do governo apresenta para a crise de estagnação estrutural do ritmo das atividades que o país atravessa há um certo tempo. Trata-se de preservar a austeridade fiscal, manter intocável a essência do ambiente em...

excelente artigo do indiano P. PATNAIK

Quando pode ocorrer a queda na taxa de lucro? Prabhat Patnaik [*] Smith, Ricardo, Marx. Vários grandes economistas avançaram teorias prevendo uma queda tendencial da taxa de lucro sob o capitalismo. Marx viu neste facto uma consciência da parte deles da transitoriedade essencial do sistema capitalista. Mas apesar de algumas destas teorias terem validade lógica, outras não têm. Dentre estas últimas está a teoria de Adam Smith. Adam Smith atribuiu a queda tendencial da taxa de lucro à “excessiva” acumulação de capital. O seu argumento era que em qualquer indústria particular, se cada vez mais capital se acumular e cada vez mais for produzido, haverá então uma queda no preço em relação ao custo de produção. Portanto, a margem de lucro por unidade de produto cairia e, uma vez que o produto por unidade de stock de capital é um dado, isto significaria uma queda na taxa de lucro, ou seja, lucro por unidade de stock de capital. Exatamente o mesmo, pensava ele, valeria para a economia como um...

2 de julho em SALVADOR DA BAHIA DE TODOS OS SANTOS

2 de julho em Salvador da Bahia[1] (EM SUBSTITUIÇÃO AO ANTERIOR, HÁ CORREÇÕES) Ceci Juruá[2] --- 1808, a Corte portuguesa chega à Bahia Em 22 de outubro de 1807, D. João aceitou negociar com a Inglaterra uma Convenção Secreta, acatando a possibilidade da vinda da Corte portuguesa para o Brasil, caso se concretizasse a invasão de Portugal pelos exércitos de Napoleão. Contudo, D. João evitou comprometer-se com a entrega de licença para que cidadãos ingleses ocupassem alguma área litorânea no Brasil, perto da bacia do Prata, para fins de construção de um porto. Pouco depois (em 27 de outubro), França e Espanha assinaram o Tratado de Fontainebleau, retalhando o território de Portugal entre aliados; do lado francês houve a promessa de futuro reconhecimento do Rei da Espanha como Imperador das Duas Américas.... Assim, através de tratados mantidos em segredo entre as três principais potências europeias -França/Espanha e Inglaterra- e Portugal, um aliado sob dependência da Inglate...